segunda-feira, 24 de julho de 2017

Uma boa segunda-feira

                                                                                                      (Imagem: Às Vezes Fada Às Vezes Bruxa)

Aliás, serve para qualquer dia da semana.

Uma ótima semana para todos nós.

domingo, 23 de julho de 2017

"Na Ânsia do Abrigo"


Coisa boa é ser agraciada com um bom livro de presente!

Ainda mais quando o próprio autor foi quem nos presenteou com sua obra. Ter bons e talentosos amigos nos permite usufruir momentos assim...

Juca Fardin é mesmo o cara! O amor pelos livros e pela Literatura dá uma dimensão muito especial à sua vida e a tudo que faz. Muito orgulho desse homem-menino...



Sobre a história:

  
Sobre o autor:


Trabalho endossado por Marina Colasanti, a escritora, Elba Ramalho, a Cantora, e Fabiene Passanani Mariano, Mestra em Artes. 


E, assim que eu terminar de lê-lo, farei a minha crítica pessoal. Aguardem.

Desde já, agradeço, Juca Fardin, pelo gesto de carinho mas, principalmente, pelo enriquecimento que, tenho certeza, que seu livro dá à Literatura Brasileira.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Eternamente jovem


Aviso aos navegantes, vou morrer jovem, independente da idade que tenha, simplesmente porque recuso-me a envelhecer. O corpo segue seu curso, não tem jeito, mas a cabeça pode ser preservada. 

Esse processo de "não envelhecimento" não é opcional. Simplesmente acontece. E atinge muita gente da minha geração e até de anteriores. O mundo mudou e mudamos com ele. Nossas ideias e sentimentos nos permitem escolhas e possibilidades, anteriormente, impensáveis.

Mulheres acima de cinquenta anos eram senhoras. Vestiam-se como senhoras, comportavam-se como senhoras, pensavam como senhoras... E a gente, ainda crianças e jovens, as viam assim e até as chamavam de "senhoras", as Donas Fulanas... Usar um "você" ao tratar com uma delas era desrespeito. Ninguém tinha essa ousadia! 

Hoje, até as crianças, além de tratarem-me por você, chamam-me pelo primeiro nome. Simples assim. Muito mais íntimo e pessoal. Um tratamento entre iguais, mais próximo. E, certamente, respeitoso também, por que não?

Ao olhar-me no espelho, vejo uma mulher que sente o passar dos anos. Algumas rugas a mais, alguns fios de cabelos brancos... Mas quando sento aqui, frente ao computador, minha mente se aguça e não percebo nada de diferente das outras pessoas de qualquer idade, quando começo a escrever. Talvez reúna um pouco mais de experiência e mais histórias para contar.

Mas, especialmente, em matéria de sentimentos, torno-me então adolescente. Boba que só! Coração apaixonável, inquieto, sedutor. Daquelas que sorri sozinha pensando em quem ama. Daquelas que desenha flor e sol com risinho besta na cara... Daquelas que não sabe o que fazer para se declarar a pessoa amada, sem se sentir ridícula, sem passar do ponto, sem parecer que é o que não poderia ser...

Cabeça boa tem que ter leitura, interação, amigos, família por perto. Tem que ter vida ativa, motivação, trabalho que faça com amor. Tem que ter paixão pela vida! Mas começa sempre por uma autoestima construída e forte.

Portanto, navegantes, hei de permanecer jovem! Até o fim. E lamentarei esse dia, porque pouca gente há de amar a vida, assim, como eu. Certamente, quereria ficar mais um pouco.

Coisa de jovem.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

No Dia do Amigo, sempre lembro de vocês!


Não tem como fugir do tema: ele está em mim! Falar de amizade é reportar-se à minha história de vida e das parcerias que fui estabelecendo. Não existiria eu, sem eles: os amigos. Tenho certeza que com você também é assim. Ou parecido.

Já escrevi alguns textos sobre o tema, especialmente nesta data em que celebramos o Dia do Amigo. Relembre conosco, pois sempre vale à pena retomar bons sentimentos e pessoas importantes para nós. (Basta clicar sobre os anos, em que foram publicados.)




O melhor é que a amizade pode acontecer a qualquer hora, de repente, em qualquer lugar, com qualquer idade. O importante é percebê-la e permiti-la. E, depois, não deixá-la escapar!

Tenho amigos de muitos Carnavais. E Natais. De muito longe. De bem perto. Amigos heteros, homos e bis. De todas as religiões. De dentro e de fora do Brasil. Amigos altos, baixos, gordinhos, fofos, magrelos, que usam óculos, que não usam, que usam aparelhos nos dentes, que fizeram implantes dentários. 

Amigos pobres, ricos e que acham que são mais ricos do que são... Amigos de esquerda, analfabetos políticos e, até, alguns de direita. Tenho amigos de todas as cores. De todos os jeitos.


Mas o que todos eles têm em comum, além da minha amizade? 

São pessoas do bem! Porque este é o critério básico para ser meu amigo ou minha amiga. Gente boa, por dentro. Terem valores e agirem em conformidade com eles. Meus amigos são assim. E, por isso, eu os admiro tanto...

Amigos, amigas, no seu dia, o meu melhor e mais carinhoso abraço. Amo vocês.



terça-feira, 18 de julho de 2017

Um dia perfeito...

                                                                                                                                      (Imagem: Reprodução)
E com esse friozinho todo fica mais perfeito mais ainda...

(Que saudade de você! )

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Xô, mau humor! (2)

                                                                                                                               (Foto: Getty Images)
Faça um favor ao mundo, guarde seu mau humor na gaveta! 

Ninguém é obrigado a conviver com gente mal-humorada. Aliás tenho pavor do tipo. Se posso escolher, passo longe. Quando não posso, tolerá-las custa-me incrivelmente. Não é a primeira vez que toco neste assunto que tanto me incomoda. (Relembre aqui e aqui.)

O mau humor, sem dúvida, deve ser um distúrbio de alguma coisa, sintoma de algo que não vai bem. Não sou especialista, nem médica, nem psicóloga, psiquiatra, nem nada parecido, mas nem precisa. Dá para perceber que gente bem resolvida não é mal-humorada! Portanto, o oposto é óbvio. É preciso tratar.

Conheço pessoas que acordam radicalmente mal-humoradas. Não falam, grunhem. Podem ter tido ótimas noites bem dormidas, com sonhos maravilhosos, mas nada muda o astral matutino. Outras confundem o estresse do dia a dia com o mau humor e ficam insuportáveis ao seu final. Algumas são assim, por todo o tempo. Infelizes, na minha opinião.

Seja lá como for, o mau humor precisa ser auto reconhecido para ser tratado e eliminado. Afinal, ninguém tem nada a ver com isso. Para mim, mau humor e falta de educação andam lado a lado, tornando-se difícil reconhecer quando é um ou outro que se apresenta.

Por isso volto a aconselhar: se for este o seu caso, faça um favor ao mundo e guarde seu mau humor na gaveta. Tranque-a e jogue a chave fora. O primeiro beneficiado será você! Uma sensação de leveza será logo experimentada, seguida pela alegria e bem estar. 

Vai por mim!

Afinal, meu amigo, minha amiga, a vida é bela e o copo pela metade está sempre cheio! Basta acreditar.

                                                                                                                             (Imagem: Reprodução)

domingo, 16 de julho de 2017

Sua alegria contagia o mundo!

                                                                                                                          (Imagem: Reprodução)
Quanto vale o seu entusiasmo? Muito mais do que você pensa.

É o seu entusiasmo que contamina as pessoas e as fazem continuar. E para aquelas que perderam o passo, combustível para recomeçar! Sua alegria faz gerar alegria à sua volta. Portanto não desanime. Não perca o foco!

Muitas vezes não nos damos conta que somos luz para muita gente. Iluminamos caminhos e permitimos a orientação. Pode até ser difícil de acreditar, mas há pessoas que se miram pelo nosso exemplo! Querem ter a nossa garra, querem ter a nossa força. Querem ser como nós! Às vezes nem reparam que estamos destruídos por dentro... Em reconstrução.

Mas é assim que funciona. É assim que precisa ser. Continuemos entusiastas e apaixonados pela vida! Fazendo com amor e dedicação, tudo se torna mais leve. Juntos, tudo é mais fácil e agradável.

Alegre-se. Contagie o mundo. Precisamos de você!

Tudo tem jeito. Basta acreditar.

                                                                                                           (Imagem: Reprodução)

(Para Robson)

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Saudades do meu avô Manoel


Gente da minha idade também sente saudades do avô... Acreditem, hoje ela está batendo forte. Seria o seu aniversário.

Pelos meus cálculos, não sei com exatidão, ele faria cento e nove anos. Talvez menos, talvez mais. Não muito. Ele se foi muito cedo e tenho poucos dados a seu respeito. Sei que nasceu no Rio de Janeiro, no bairro do Catumbi. Era mecânico e trabalhava na própria empresa, herdada do pai, meu bisavô Joaquim. 

Almoçava em casa todos os dias, entre 10h30 e 11h. Detalhe que nunca esqueci. Eu morava na casa ao lado e acompanhava sua rotina. Vez ou outra, almoçava junto. Ele gostava da comida que minha avó fazia. Comida caseira, com toque português. Ainda que minha avó fosse filha de italianos, logo aprendeu a culinária lusitana para agradar o marido. Eu gostava das duas.

Meu avô falava baixo e não enchia os lugares com sua presença. Era tímido e silencioso. Das poucas lembranças que ainda guardo, tenho aquela em que ele me dava alguns trocados para comprar doces no armazém da esquina. Posso visualizar a cena: ele enfiava a mão no bolso e tirava o dinheiro todo amassado lá de dentro... Escolhia alguma nota e me entregava, com um sorriso que brotava no canto da sua boca... E eu sumia pelo corredor em busca da calçada... Lá ia eu atrás do Seu Nogueira e suas balas.

Meu avô era cego de um olho desde menino. Levara um tiro de chumbinho, de alguém que atirava em passarinhos. Mas jamais se viu ou agiu como um deficiente físico. Um olho lhe bastava para enxergar o mundo! Era um homem de atitude e de trabalho. Inteiro. Íntegro. Perfeito na sua imperfeição.

Um dia, uma surpresa! Meu avô me presenteou com uma Caloi 10! Era uma bicicleta vermelha, aro 20, dobrável. Aprendi a andar nela. Foi pouco tempo antes dele morrer. Lembro que a bicicleta foi minha companhia nos momentos mais tristes da minha infância... Era 1969. Pai e avô, um após o outro, no mesmo ano... Partiram sem volta.

Gente da minha idade também sente falta de ser amada e de se sentir protegida... Também sente tristeza quando algumas datas especiais surgem no calendário. Algumas fazem chorar...

Eu só queria ter certeza, certeza absoluta, de que meu avô ainda existe num plano superior e que, de alguma forma, ainda pensa em mim... Porque eu queria que ele soubesse que sinto muita falta dele.


quinta-feira, 13 de julho de 2017

Relacionamento é para...

                                                                                                                            (Imagem: Prozac Virtual)

A vida é curta demais para gastarmos tempo e energia com tudo que não vale a pena. Inclusive relacionamentos.

Fica a dica.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Quem não vibra conosco...

                                                                                                                           (Ilustração: Lumi Mae)
Quando a gente ama, compartilhamos as alegrias das vitórias e sucessos do ser amado. Se isso não acontece, sinto dizer, mas não há companheirismo, nem amizade, muito menos, amor. 

Acabei de assistir ao filme "Escritores da Liberdade", o qual eu recomendo, porque é mesmo incrível, e uma das cenas remonta-se a esse tema. Não vou entrar em detalhes para evitar spoiler, mas a situação fez com que eu viajasse no tempo e revivesse algo que já aconteceu-me. E não foi bom. Nem para relembrar...

Quando estamos felizes, precisamos de alguém para repartir nossa alegria. Assim ela duplica-se e dura mais. Torna-se mais intensa e significativa. E quem melhor do que a pessoa que nos ama e está ao nosso lado para essa tarefa? Ninguém.

Mas quando essa pessoa não vibra? Não reconhece nossa conquista? Ao contrário, inveja-nos, diminuindo os resultados alcançados com o simples objetivo de reduzir nosso brilho? Disputa de egos não cabe numa relação amorosa. Sem cumplicidade, sem companheirismo, sem amizade: sem amor! Lamento informar, mas é sintoma que algo muito errado está acontecendo... Acabou o encantamento.

Ainda que pessoa tenha uma autoestima baixa, mesmo assim, se nos amar, vibrará por nós e por nossas conquistas! É fato. Já assisti a este filme antes, na minha própria vida... Conheço o final. E não é feliz.

Não há o que ser feito. Ninguém pode mudar o coração de ninguém, nem suas emoções genuínas. Mas podemos trabalhar nossos próprios sentimentos e passarmos a compreender que a tal pessoa, talvez, não seja merecedora do nosso amor. 

Melhor estar só do que mal acompanhada. O que pode significar fugirmos das relações que possam fazer-nos duvidar do nosso próprio valor! Amemo-nos primeiramente. 

Como diria o filósofo Roberto Carlos, "eu só vou gostar de quem gosta de mim"... Boa receita.

                                                                                                                               (Imagem: Reprodução)